Apoio a projetos jornalísticos

FENAJ propõe taxação das plataformas digitais e criação de fundo de fomento ao Jornalismo
As big-techs ou Gafam

Uma oportunidade que deve chamar a atenção dos jornalistas.

Está em debate na Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), a taxação das plataformas da internet conhecidas como GAFAM – Google, Apple, Facebook, Amazon, Microsoft -, que abocanham dois terços da publicidade mundial.

A FENAJ embasa sua proposta em dados e análises sobre poder e a influência das grandes plataformas digitais, especialmente no domínio do fluxo da informação e na utilização da produção jornalística para obtenção de receita, sem qualquer contrapartida para quem as produz (empresas e jornalistas). Também leva em conta o fato de as grandes plataformas praticamente não pagarem impostos nos diversos países do mundo.

Leia sobre o lucro das grandes plataformas

Para a FENAJ é urgente a adoção de medidas, no âmbito político, que possam proteger os meios de produção e de suporte ao Jornalismo. Nesse sentido, a FENAJ apresenta a proposta de taxação das grandes plataformas, nos seguintes moldes:

– criação de uma Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), via articulação de Projeto de Lei, em iniciativa do Congresso Nacional;

– destinação dos recursos da Cide ao Fundo de Apoio e Fomento ao Jornalismo e aos Jornalistas, um fundo com gestão pública e com autonomia para destinar os recursos à produção jornalística de organizações/empresas públicas e/ou privadas e jornalistas independentes;

– condicionamento do acesso dos recursos do Fundo de Apoio e Fomento ao Jornalismo e aos Jornalistas, por parte das empresas jornalísticas, ao respeito ao vínculo empregatício, às convenções coletivas e aos pisos salariais, bem como às medidas de restrição às demissões imotivadas (Convenção 158 da OIT), de valorização da jornada legal de trabalho e de promoção da autonomia e do direito de consciência dos jornalistas;

– utilização dos recursos do Fundo de Apoio e Fomento ao Jornalismo e aos Jornalistas, para a promoção da democratização dos meios de comunicação, com a efetiva proibição de monopólios no setor; a valorização do conteúdo local e regional na produção jornalística; o fim dos chamados desertos de notícias (municípios onde não há nenhum veículo de comunicação local); e o respeito ao interesse público e à democracia como critérios norteadores da produção do Jornalismo brasileiro.

Baixe o e-book com um estudo completo sobre as plataformas



Leia mais sobre o assunto aqui e na Fenaj



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Idosos aprendem como lidar com fake news

idosos maiores vítimas das fake news

Um estudo identificou que os usuários na faixa etária mais velha, acima dos 65 anos, compartilharam sete vezes mais artigos de portais de notícias falsas do que o grupo etário mais jovem (18 a 29 anos).

O artigo – assinado por Andrew Guess, da Universidade Princeton, e Jonathan Nagler e Joshua Tucker, da Universidade de Nova York (NYU), ambas nos EUA – foi publicado pela revista científica Science Advances, no ano passado.

Leia reportagem da BBC

Foi de olho nesse público – que cada vez mais acessa a internet – que a Universidade de São Paulo está lançando um O treinamento “Fake news: reconhecimento e atitudes para fazermos a diferença”


Clique aqui e acesse o conteúdo

O curso é oferecido pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, mas poderá ter participantes de todo o país.

As aulas serão ministradas em uma plataforma online e acontecerão de 2 de agosto a 3 de setembro, às terças e quintas-feiras, das 15 às 17 horas.

As vagas para o treinamento são limitadas, de modo que apenas 30 pessoas poderão participar. Os interessados em inscrever-se devem acessar o site do Sistema Apolo da USP até o dia 30 de julho. Caso o número de interessados seja maior que o de vagas, as matrículas seguirão a ordem de inscrição.

(* Com informações do Portal Comunique-se – Leia aqui)


Ouça o podcast para aposentados e pensionistas

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Dívida dos planos de saúde com o SUS

divida com oSUS pagaria vacinacao

Os planos privados de saúde devem cerca de R$ 2,9 bilhões ao SUS – o Sistema Único de Saúde. O valor é suficiente para a comprar um estoque gigantesco de vacinas contra a Covid-19: 58 milhões de doses.

As informações são da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), responsável por fiscalizar o setor e cobrar o pagamento.

Com os R$ 2,9 bilhões da dívida total, equivalente a US$ 588 milhões, daria para comprar ao menos 58 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 (considerando o valor de 10 dólares por dose pago pelo Ministério da Saúde na maioria das vacinas), o que seria suficiente para imunizar 29 milhões de pessoas.

Acompanhe também no podcast Resumo da Semana

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Solidariedade aos Pataxós Hã Hã Hães

A situação emergencial dos Pataxós se complica a cada dia. Ontem faltou gás para algumas famílias com crianças, que começaram a chorar de fome. Nos próximos dias, vence o segundo mês de aluguel. A dívida, só em um dos locais em que estão, vai para a casa de 12 mil. Estão sendo ameaçados por alguns proprietários com histórico de violência. As medidas judiciais estão em curso, mas os procuradores do caso estão de férias.

Os Pataxós Hã Hã Hães precisam de nossa ajuda. Perderam as terras em que viviam, em Brumadinho e Bicas, atingidas pela tragédia do rompimento da barragem da Vale. Ficaram sem o rio e a mata, suas fontes de sobrevivência, com um agravante: o risco que corriam as crianças de se contaminarem na lama em que se transformaram as águas da região.

Ao contrário dos que são chamados simplesmente Pataxós, não têm hábitos urbanos, como atividades de turismo e venda de artesanato. Vieram para a periferia de BH, até conquistarem novas terras. Passaram a viver do auxílio mensal que a Vale estava dando, com o qual alugaram barracões, espalhados em bairros e vilas distantes.

Este mês, a Vale rompeu o Termo de Ajustamento de Conduta e parou de pagar o acertado. Os Pataxós Hã Hã Hães estão sendo ameaçados de despejo e sem dinheiro para comprar comida e material de limpeza. Mesmo sendo um povo altivo, não têm como evitar a solidariedade material neste momento, para garantir a sobrevivência.

As contribuições podem ser feitas da seguinte forma:


DOAÇÃO DE ALIMENTOS E MATERIAL DE HIGIENE
Posto de Coleta: EXPOARTE
Av. dos Andradas, 3760 2º piso
Pompéia | Belo Horizonte

DEPÓSITOS e TRANFERÊNCIAS


CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Ag. 01640 Op. 013
Cc.000860051194-0
Heraldo Leite Carlos
CPF 465.313.356-53
PIX: coletivonaopassara@gmail.com

Saudações tribais!

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O que é o Novo Normal

“Vocês estão me ouvindo?”

“Seu microfone está desligado…”

“Qual é o link da sala?”

Lives e mais lives (Imagem: Pixabay)

Ao lado do “Fique em casa” talvez estas sejam as frases mais ouvidas nos últimos seis meses. Lives e mais lives, reuniões on-line e transmissões via internet aumentaram o tráfego nas redes. Mas o que é o Novo Normal?

No entanto, muitos ainda encontram dificuldades em usar destas novas tecnologias.
É preciso se adaptar. Mais: é preciso aprender a aprender.

Neste cenário estamos dispostos a colaborar. Ajudando a alavancar novos negócios, a impulsionar mudanças, a farejar oportunidades e consolidar e a mudar novas formas de trabalhar e se relacionar.

O_novo_normal_experiência_e_novas_tecnologias
O Novo Normal?

Desta forma, trazemos a experiência das velhas formas de se comunicar, aliada às novas tecnologias. O novo jeito de falar com o mundo. O Novo Normal

Não é tarefa fácil lidar com as novas tecnologias. Principalmente aqueles já acostumados com o velho jeito de fazer as coisas. E que vinha dando certo até as mudanças serem necessárias. Quase obrigatórias.

Partimos de uma velha máxima que orienta nosso trabalho:

“De nada adianta empreender esforço, tempo e investimentos para fazer a diferença e oferecer qualidade, se ninguém toma conhecimento.”

Portanto, A WebMilk acredita que a Comunicação é mais que um apoio às atividades principais das empresas e instituições: é fundamental.

Confira alguns de nossos serviços e venha bater um papo conosco.

falecom@webmilk.com.br

Resumo da Semana – podcast para aposentados, pensionistas e idosos

Aposentado pode abrir empresa como MEI? Como lidar com o Pente-fino do INSS, e dicas como pedir revisão de sua aposentadoria. Atenção com o novo golpe da prova de vida e informações sobre a pandemia. Tudo isso no resumo da semana. É só clicar ou assistir pelo You Tube.


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