O PIX vai acabar com o dinheiro?

Uma análise de tendências sobre o novo meio de pagamento

Por Heraldo Leite, da WebMilk
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PIX no lugar do papel moeda e dos cartões (Imagem: Pixabay)

Você já ouviu falar do PIX? O novo sistema de pagamento instantâneo dos bancos? Ele vai acabar com o dinheiro?

A nova tecnologia chega como alternativa ao DOC e TED, ao boleto, aos pagamentos em dinheiro e também ao cartão de débito.

Em tempo, o novo meio de pagamento começa a funcionar a partir de novembro.


Veja mais sobre o PIX na página do Banco Central


De acordo com o site Radar do Futuro, os primeiros impactos do PIX são: “Gratuidade, praticidade e rapidez são, em síntese, as vantagens centrais apontadas pelo mercado, que também aposta na geração de inclusão financeira e aumento da competição entre os meios de pagamento. No curto prazo, como qualquer novidade, haverá um processo de adaptação, de incorporação aos hábitos. As pessoas terão que experimentar até tomar o PIX como meio de pagamento relevante e até prioritário.”


Entrevista com Elson Rocha Justino, diretor executivo da cooperativa de crédito Sicoob Central Crediminas

Elson Rocha Justino, do Sicoob, na TV Radar do Futuro

E como o Radar do Futuro é especializado em análise de tendências, a avaliação é que “Em dois a cinco anos, as perspectivas são de redução extrema ou mesmo fim do dinheiro físico. Com internet de alta velocidade e em todas as coisas, inclusive em nossas roupas ou acessórios e sensores implantados com múltiplas utilidades, a tendência é de disseminação de sistemas automatizados. O celular será o recurso mais relevante na primeira onda, depois serão os implantes e seus dispositivos e funções que estarão acoplados ao nosso corpo.”

Resumindo, o jornalista Carlos Teixeira, do Radar do Futuro, ainda acrescenta:

“As crianças nascidas agora, em 2020, podem ser parte da primeira geração para quem o dinheiro físico, o real, dólar ou yuan, seja mera peça de museu, assim como as máquinas de escrever, as filmadoras com filmes, os talões de cheques e, naturalmente, as carteiras de documentos.”

Carlos Teixeira, Radar do Futuro

Veja a íntegra no site Radar do Futuro

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“Brasil será país de indigentes se reforma da Previdência passar”

Idosos correm o risco de indigência sem o mínimo de assistência

Uma das principais propostas de reforma da Previdência da equipe econômica do governo de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) é o regime de capitalização que não deu certo em países da América Latina em que foi adotado, como Chile, Colômbia, Peru e México. De acordo com o professor de economia da Unicamp, Eduardo Fagnani, o país terá uma sociedade de miseráveis e indigentes, se este modelo previdenciário, que consta do texto da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) vazada pela imprensa esta semana, for adotado no Brasil.

Leia sobre a proposta de capitalização https://riaambrasil.org.br/previdencia-podera-ter-capitalizacao/

“O aposentado brasileiro que recebe um salário mínimo muitas vezes consegue ajudar o filho desempregado, pagar os estudos dos netos e a alimentação da família. É uma proteção extraordinária que o governo Bolsonaro quer acabar”, disse. Os relatos foram publicados pela CUT.

Segundo economista da Unicamp, regime de capitalização vai colocar idosos brasileiros na mesma situação de miséria de mexicanos e colombianos, onde 7 em cada 10 trabalhadores correm risco de não se aposentar.

Apenas 30% contribuem

O professor se refere ao fato de que no México, a taxa de cobertura do sistema previdenciário é de pouco mais de 30%. Ou seja, de cada dez trabalhadores mexicanos, cerca de três recolhem contribuição mensal para a Previdência e o resultado são idosos sem nenhuma assistência no final de suas vidas.

Eduardo Fagnani lembra ainda que o governo do México ao fazer a reforma da Previdência, em 1997, aceitou as imposições do Banco Mundial e realizou todas as reformas econômicas liberais pedidas, esquecendo que já naquela época, 60% dos seus trabalhadores estavam na informalidade.

Ele explica que o fato do Brasil possuir 50% dos trabalhadores na informalidade faz com que essa imensa massa não tenha capacidade de contribuir com a Previdência por 30/35 anos ininterruptamente como acontece no México. Para o professor, a responsabilidade dessa situação é a reforma Trabalhista promovida pelo golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB-SP).

(* Leia mais no site da Rede Ibero-Americana de Associações de Idosos do Brasil

https://riaambrasil.org.br/brasil-sera-pais-de-indigentes-se-reforma-da-previdencia-passar/

Países desistem da capitalização das aposentadorias

Quatro países querem mudar sistema que Brasil quer adotar
Idosos mal conseguem pagar as contas

Décadas depois de realizarem grandes reformas que, via de regra, substituíram sistemas públicos de Previdência por outros total ou parcialmente privatizados, cada um deles se deparou com pelo menos um grande problema: ou o valor dos benefícios recebidos pelos aposentados era muito baixo ou o alcance do sistema se revelou muito restrito, o que deixaria um percentual significativo da população sem aposentadoria no futuro.

Ao contrário de boa parte dos vizinhos, o Brasil ainda segue um modelo de repartição na Previdência, que é administrada exclusivamente pelo governo e na qual as contribuições de quem está na ativa pagam os benefícios de quem está aposentado.

No regime de capitalização, cada trabalhador faz sua própria poupança em contas individuais que, de forma geral, são geridas por entidades privadas.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, repetiu durante a campanha eleitoral sua intenção de instituir esse modelo no Brasil. No início de janeiro, ele declarou que o regime de capitalização seria para “gerações futuras” de trabalhadores brasileiros, sem dar detalhes. A equipe econômica deve encaminhar uma proposta de reforma da Previdência ao Congresso neste mês.

Leia mais na página da RIAAM-Brasil – nosso cliente. Clique abaixo

https://riaambrasil.org.br/reforma-da-previdencia-quatro-paises-revisam-capitalizacao/

Agora você pode Viajar à Vontade

O maior e melhor clube de viagens do mundo chega ao Brasil

Está chegando ao Brasil o maior e melhor Clube Vip de viagens do mundo. O DreamTrips possui, atualmente, cerca de 2 milhões de associados ativos em todo o planeta. No Brasil o número de adesões cresce a cada semana. Hoje já conta com aproximadamente 8 mil associados.

Trata-se de um clube de entretenimento em quo o associado tem garantia de menor preço nas viagens, preços atrativos em passagens aéreas, nas diárias, no aluguel de carro, até em cruzeiros. Seus pacotes chegam a ser70% mais baratos que os sites de busca e agências de turismo, além de alguns mimos que a empresa oferece a mais nos seus pacotes.

Turismo gera 6,5 milhões de empregos

Estudo do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (em inglês World Travel & Tourism Council – WTTC), em parceria com a Universidade de Oxford, revela que o setor representa 7,9% do PIB nacional e é responsável por 6,5 milhões de empregos

O turismo envolve uma grande quantidade de serviços,tanto de forma direta quanto indireta. O público diversificado consome produtos heterogêneos, por isso, aspectos econômicos, naturais e sociais são condicionantes e interferem na demanda turística de um país.

Outro aspecto a ser considerado é que o Brasil tem um território diversificado – com clima, cultura, atrativos e economias diferentes- e a cada dia atrai turistas estrangeiros, além da força do turismo doméstico.

O estudo da WTTC analisa 185 países de 25 regiões do mundo. O documento reforça a importância da atividade para a economia global.

Clubes de viagem estão em alta no mundo

A Dream Trips atua hoje em pelo menos 30 países e continua em expansão. Uma das grandes vantagens é que eles garantem 100% de reembolso caso seja encontrado valor menor em qualquer local ou site e a adesão pode ser compartilhada com a família.

“O Brasil tem um enorme potencial de turismo interno e com a chegada da Dream Trips aumenta a possibilidade de as pessoas viajarem dentro do Brasil, como também conhecer outros países investindo bem menos na viagem”, afirma um dos responsáveis pela Dream Trips no Brasil, ElmárioCarlos.

Saiba mais

Quer saber mais e se associar ao clube?

Acesse o site viajaravontade.com.br

Uma silenciosa epidemia de fome mata quase 5 mil idosos por ano

Abandono pela família é uma das causas principais

Nas últimas três décadas, o Brasil vem conseguindo reduzir a morte de crianças por desnutrição – a queda foi de impressionantes 97% entre 1980 e 2015. Mas pouco se fez para conter a fome dos idosos. O número de brasileiros com mais de 60 anos cresceu 231% nesses anos, e as mortes por falta de nutrição adequada, entre eles, subiram 365%.

FAZ MAIS DE 25 anos que a desnutrição mata mais idosos do que crianças no Brasil, apontam dados do Datasus, um banco de dados do Sistema Único de Saúde alimentado com informações sobre doenças, epidemias e mortalidade.

Pelo menos quase 5 mil pessoas com mais de 60 anos de idade morreram de fome em 2016, número que vem se repetindo há uma década – e não se falou disso até agora. As informações foram coletadas pelo Livre.jor, agência de jornalismo especializada em dados públicos, para o “The Intercept Brasil.”

Em 1980, morriam 58 crianças por desnutrição a cada 100 mil habitantes. Trinta e cinco anos depois, em 2015, esse número caiu para menos de duas, enquanto o total de idosos mortos de fome pulou de quase 15 para mais de 21 a cada 100 mil, no mesmo período.

Em 1991, quando Fernando Collor de Mello ainda era presidente do Brasil, os idosos que morriam por falta de comida já haviam ultrapassado as crianças.

Desnutrição atinge os mais velhos

Mas os mesmos especialistas confirmam a tendência apontada pelos dados que estão no Datasus: se cada vez menos crianças morrem por desnutrição, em grande parte graças a políticas públicas bem sucedidas implementadas sobretudo nos últimos 15 anos, é cada vez maior o número de idosos que perecem por não ingerir nutrientes em quantidade suficiente.

Dito de outra forma: há uma silenciosa epidemia de desnutrição matando milhares de idosos por ano – uma média de 13 casos por dia. E falamos, é bom repetir, de números enormemente subestimados.

As causas para a desnutrição entre idosos vão do abandono pela família à exploração econômica deles – normalmente, por pessoas próximas. “Não é incomum que idosos sejam abandonados por famílias sem condições de sustentá-los”, disse Kiko Afonso, diretor-executivo da Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida, a ong fundada pelo sociólogo e ativista de direitos humanos Herbert de Souza, o Betinho.

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