Dez erros a se evitar nas redes sociais

human-995561_1280Elaboramos uma lista com dez erros a se evitar nas redes sociais, principalmente empresas.

1 –  Entrar nas redes sociais sem planejamento:
Não é porque muitas empresas aderiram às redes sociais que necessariamente o negócio terá de ser cadastrado em uma.

2 – Participar de várias redes ao mesmo tempo:
Quanto maior o número de redes onde a empresa estiver, mais tempo o empresário terá de se dedicar a elas. Lembre-se de que as redes sociais são vitrines do negócio, por isso, devem ser atrativas e atualizadas;

3 – Só falar da empresa e do produto da empresa:
Ter informações somente sobre a empresa, produtos e serviços torna as redes desinteressantes. “Se a empresa vender joias, além de falar do produto, conte sobre as pedras ou uma história interessante relacionada à peça”, exemplifica o especialista Gil Giardelli.

4 – Achar que as ferramentas precisam de custos altos:
Na internet, é possível baixar ferramentas que podem contribuir para tornar o seu conteúdo mais interessante. Vale destacar que muitas são gratuitas, basta aprender a usá-las;

5 – Deixar a ferramenta aos cuidados de amadores:
As redes não devem ser cuidadas por quem não conhece sobre o assunto, por isso, nada de delegar as funções para os sobrinhos ou filhos. Hoje, existem profissionais especializados no assunto. Caso a empresa não possa pagar por este tipo de serviço, o empresário deve se aprofundar no tema por meio do estudo;

boca a boca6-  Não pensar que quem acessa as redes são pessoas:
Quem está atrás dos computadores são pessoas. Por isso, gentileza e educação sempre caem bem;

7 – Não respeitar a opinião dos usuários:
“As pessoas opinam sobre o que elas gostam. Caso contrário, elas não perderiam o seu tempo”, explica Giardelli. Não discuta assuntos polêmicos, assim como religião e futebol;

8 – Achar que as críticas são pessoais:
Críticas podem ajudar a melhorar o negócio. O empresário deve lembrar que a crítica não é contra ele, mas é sobre um produto ou um serviço oferecido pela empresa;

9 – Não ser transparente:
Transparência é palavra de ordem no mercado. Por isso, use o espaço das redes sociais para informar sobre a produção, crescimento e até mesmo faturamento. Isso garante mais confiabilidade do consumidor em relação à empresa;

10 –  Criar personagens para falar sobre a empresa:
Lembre-se de que o número de identificação IP aparece frequentemente em comentários de blog e sites, por exemplo. Ou seja, de nada adianta assinar diferentes nomes, criar usuários falsos e apenas falar bem da sua marca quando todos os outros internautas são capazes de facilmente derrubar essa máscara.

Isso não apenas destruirá a reputação on-line da empresa, como também poderá destruir as outras ações que, porventura, a empresa queira iniciar na rede. O melhor é ser objetivo e sincero, apresentando-se como representante da empresa e se mostrando sempre aberto a sugestões e críticas.

Tem mais alguma dúvida? Teremos prazer em ajudar se estiver ao nosso alcance.

Mande um e-mail para falecom@webmilk.com.br

 

IBM busca aproximação com as redes sociais

O drink, by Watson da IBM
O drink, by Watson da IBM

Um coquetel de azul intenso e sabor refrescante servido durante o almoço do IBM Business Connect 2015, em Belo Horizonte, não só agradou paladares como também mostrou um pouco do futuro interconectado que nos aguarda.

Batizado de “Blue Caribbean Hurricane”, o drink foi criado pelo supercomputador Watson, da IBM. Segundo a gigante dos computadores norte-americana, o “Watson usa algoritmos para determinar a estrutura química precisa de alimentos e o por que das pessoas gostarem deles e, com esses dados, sugere novas combinações de ingredientes inusitados”.

Realizado pela primeira vez em Belo Horizonte, o Business Conecct faz parte da estratégia da IBM de se aproximar do consumidor final e e participar e influir com mais assertividade das redes sociais. Conhecida como fabricante de supercomputadores e especialmente desenvolvidos para empresas, basicamente de médio porte para cima, a IBM quer se mostrar para o grande público, daí a aproximação e a interação com as redes sociais.

Além do anúncio de uma parceria com a também gigantesca Apple, a demonstração de alguns serviços já oferecidos pela IBM, o evento reuniu Leonardo Bortoletto, presidente da Sucesu-MG (Sociedade dos Usuários de Informática e Telecomunicações); Eduardo Rabioni, da Algar Telecom; Ezequiel Ribeiro Silva, da DMA Distribuidora, e Henrique Portugal, tecladista do Skank e um dos criadores da Pleimo (serviço de streaming brasileiro).

Conteúdo X Tecnologia

Eles trocaram experiências e narraram dificuldades e acertos em uma época em que o consumidor tem mais poder, rejeita ser tratado como massa – reforçando sua individualidade. Em comum, uma certeza: nos próximos anos estratégias de marketing vão exigir mais investimentos do que a área de tecnologia. Ou seja, é a era do conteúdo e não apenas da tecnologia.

O evento foi encerrado com uma palestra de Nelson Motta, jornalista, compositor e produtor musical que contou – através de sua experiência pessoal – as mudanças na indústria da música e do entretenimento. Motta definiu que hoje é mais difícil sobressair-se na música, dada a concorrência e a facilidade de gravar músicas e espalhar mundo inteiro via You Tube e assemelhados.

Quem é Watson

Watson é um projeto recente da IBM que, segundo o diretor-geral da empresa em Minas, Ivan Sá, “começa a aprender português”. Ele foi criado como uma experiência em “tecnologia cognitiva”. Ele vem sendo testado e aprimorado, por exemplo, em estudos contra o câncer. Basicamente ele analisa o DNA do tumor de cada paciente para identificar as mutações causadoras do problema. Assim, auxilia médicos e pesquisadores  a determinarem os cuidados e remédios mais adequados para cada caso.

Uma análise deste tipo demoraria semanas para ser feita por especialistas humanos, mas poderia ser realizada em alguns minutos com o supercomputador da IBM, que pode pesquisar rapidamente uma imensa quantidade de dados de artigos científicos, de testes clínicos e de tratamentos em potencial.

No Brasil

No Brasil, Watson chegou no ano passado. Em um projeto ousado com o Bradesco o supercomputador deverá ser o atendente do banco a partir do ano que vem. “Ele vai auxiliar o nosso atendente a tratar melhor os nossos clientes”, relata Marcelo Camara, gerente do Departamento de Pesquisa e Inovação Tecnológica do Bradesco, em entrevista à revista Exame, da Abril.

De acordo com Camara, o objetivo final da empresa é que o Watson fale diretamente com o cliente. No entanto, isso não quer dizer que os atendentes serão demitidos.

Receita
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Workshop apresenta estratégias para a antecipação de tendências

workshop analise de tendencias

Inscrições abertas para interessados em ter recursos para enfrentar cenários complexos

Apresentar conceitos e ferramentas de avaliação sobre os impactos das transformações dos mercados e da sociedade sobre a vida das empresas e das pessoas é o objetivo do workshop  “Análise de Tendências: Como Identificar Oportunidades e Ameaças do Futuro” que será realizado na sede do Instituto Brasileiro de Gestão Avançada (IBGA)  Belo Horizonte no próximo dia 11 de abril. A atividade, destinada a executivos, gestores de áreas de estratégia e profissionais liberais, tem importância maior diante da complexidade do cenário atual, marcado por avanços tecnológicos em alta velocidade e por crises econômica, política e social.

Um dos responsáveis pelo evento, o jornalista Heraldo Leite, especialista em Mídias Sociais e Comunicação Digital, destaca que “estudos recentes demonstram que a situação em que nos encontramos atualmente é fruto de decisões que tomamos há, pelo menos, cinco anos. Sendo assim, a situação na qual estaremos daqui a cinco anos depende de ações e decisões tomadas hoje”. No plano corporativo e profissional precisamos reconhecer a importância de aprender ferramentas e estratégias para antecipar tendências e construir cenários para a correta tomada de decisões.

Conteúdo

As atividades, no formato de oficina, pretendem oferecer informações para que os participantes possam compreender, de forma ampla e crítica, o ambiente onde atuam ou pretendem investir, desempenhando os seus diferentes papeis, como cidadãos, empreendedores, profissionais autônomos, estudantes e usuários de serviços públicos, entre outros.

Além da apresentação de conceitos e da prática de análise, o workshop inclui a apresentação de ferramentas de suporte à gestão da informação, disponíveis na internet. São sistemas tipicamente de web 2.0, acessíveis de qualquer computador e que favorecem o compartilhamento de conteúdos.

 

Neste sentido, as redes sociais e sua inserção cada vez maior no cotidiano de cidadãos e na rotina das empresas, também têm uma abordagem mais voltada para a construção de relacionamentos – pessoais e profissionais. “Oferecemos formas mais eficazes de se medir o retorno dos investimentos, o desempenho e o monitoramento de cada uma das ações em diferentes redes sociais”, informa Heraldo Leite.

Benefícios

 

  • Melhorar a compreensão do ambiente econômico, social, político etc. onde estamos inseridos

 

  • Possibilitar uma visão global do ambiente e de suas interligações

 

  • Oferecer alternativas para que as pessoas lidem melhor com as incertezas

 

  • Aprender ferramentas disponíveis na internet para interpretar cenários e antecipar tendências

 

  • Ter um novo olhar sobre as mudanças tecnológicas

 

  • Ter uma visão holística sobre o mercado e as relações de consumo

 

  • Filtrar e tirar melhor proveito das redes sociais. Usar ferramentas das nuvens

 

  • Estimular um olhar diferente sobre o mundo

 

  • Aprender a pensar fora da caixa

 

 

Para quem:

 

Gestores envolvidos com administração e planejamento estratégico, microempresários,  empreendedores, profissionais de marketing e comunicação em geral

 

Facilitadores:

 

* Heraldo Leite é graduado em jornalismo há 28 anos com passagem pelos principais jornais de Belo Horizonte. Tem MBA em Mídias Sociais e Gestão da Comunicação Digital e desenvolve trabalhos de assessoria de imprensa e estratégias de Marketing com ênfase nas redes sociais. Tem formação em Coaching e diversos cursos de extensão nas áreas de administração e comportamental. É o diretor-executivo da WebMilk – Comunicação Estratégica

 

* Carlos Plácido Teixeira é jornalista, com 30 anos de atividade em jornalismo impresso e comunicação, com especialização em gestão da informação e inteligência de mercado. Assina a coluna Radar do Futuro, publicada semanalmente no jornal “Diário do Comércio”, de Belo Horizonte. E dirige o Radar do Futuro, empresa e site especializados em produção de conteúdos jornalísticos e estudos sobre tendências.

 

 

Serviço

 

Data: 11 de abril (sábado)

 

8h30 – 17h

Sede do Instituto Brasileiro de Gestão Avançada – IBGA

Rua Guajajaras, 745 – Conj.04

Centro – BH

 

Investimento

 

R$ 220

 

Informações:

 

falecom@webmilk.com.br ou pelo telefone (31) 8202-1854