Resumo da Semana – Podcast para aposentados e pensionistas

Este podcast é uma forma de falar diretamente com o público das entidades de aposentados, pensionistas e idosos. É um resumo do que foi divulgado, nos sites das entidades, durante a semana.

São informações sobre a Previdência Social, dicas e orientações para aposentados e pensionistas. E, também, aqueles que estão perto de se aposentar. Há também informações sobre Saúde, Comportamento, Política e Economia.

Ouça o Resumo da Semana – Podcast para Aposentados e Pensionistas e ajuda a compartilhar. Todos nós temos um pai ou mãe, parente (ou nós mesmos) que têm interesse diretos nestes temas.

As entidades, assessoradas pela WebMilk – Comunicação Estratégica, são:

Rede Ibero-Americana de Associações de Idosos do Brasil – RIAAM-Brasil

https://riaambrasil.org.br/



Rede Ibero-Americana de Associações de Idosos do Estado de Minas Gerais – RIAAM-Minas

/http://www.riaam-minas.org.br/



Rede Ibero-Americana de Associações de Idosos do Estado do Espírito Santo – RIAAM-ES

https://riaam-es.org.br/


Associação Eclética de Aposentados e Pensionistas da Previdência Social do Estado de Minas Gerais – ASEAPPREVS

https://aseapprevs.com.br/


Veja também na WebMilk

O PIX vai acabar com o dinheiro?

Uma análise de tendências sobre o novo meio de pagamento

Por Heraldo Leite, da WebMilk
pix_substitui_papel-dinheiro
PIX no lugar do papel moeda e dos cartões (Imagem: Pixabay)

Você já ouviu falar do PIX? O novo sistema de pagamento instantâneo dos bancos? Ele vai acabar com o dinheiro?

A nova tecnologia chega como alternativa ao DOC e TED, ao boleto, aos pagamentos em dinheiro e também ao cartão de débito.

Em tempo, o novo meio de pagamento começa a funcionar a partir de novembro.


Veja mais sobre o PIX na página do Banco Central


De acordo com o site Radar do Futuro, os primeiros impactos do PIX são: “Gratuidade, praticidade e rapidez são, em síntese, as vantagens centrais apontadas pelo mercado, que também aposta na geração de inclusão financeira e aumento da competição entre os meios de pagamento. No curto prazo, como qualquer novidade, haverá um processo de adaptação, de incorporação aos hábitos. As pessoas terão que experimentar até tomar o PIX como meio de pagamento relevante e até prioritário.”


Entrevista com Elson Rocha Justino, diretor executivo da cooperativa de crédito Sicoob Central Crediminas

Elson Rocha Justino, do Sicoob, na TV Radar do Futuro

E como o Radar do Futuro é especializado em análise de tendências, a avaliação é que “Em dois a cinco anos, as perspectivas são de redução extrema ou mesmo fim do dinheiro físico. Com internet de alta velocidade e em todas as coisas, inclusive em nossas roupas ou acessórios e sensores implantados com múltiplas utilidades, a tendência é de disseminação de sistemas automatizados. O celular será o recurso mais relevante na primeira onda, depois serão os implantes e seus dispositivos e funções que estarão acoplados ao nosso corpo.”

Resumindo, o jornalista Carlos Teixeira, do Radar do Futuro, ainda acrescenta:

“As crianças nascidas agora, em 2020, podem ser parte da primeira geração para quem o dinheiro físico, o real, dólar ou yuan, seja mera peça de museu, assim como as máquinas de escrever, as filmadoras com filmes, os talões de cheques e, naturalmente, as carteiras de documentos.”

Carlos Teixeira, Radar do Futuro

Veja a íntegra no site Radar do Futuro

Leia mais

O que é o Novo Normal

“Vocês estão me ouvindo?”

“Seu microfone está desligado…”

“Qual é o link da sala?”

Lives e mais lives (Imagem: Pixabay)

Ao lado do “Fique em casa” talvez estas sejam as frases mais ouvidas nos últimos seis meses. Lives e mais lives, reuniões on-line e transmissões via internet aumentaram o tráfego nas redes. Mas o que é o Novo Normal?

No entanto, muitos ainda encontram dificuldades em usar destas novas tecnologias.
É preciso se adaptar. Mais: é preciso aprender a aprender.

Neste cenário estamos dispostos a colaborar. Ajudando a alavancar novos negócios, a impulsionar mudanças, a farejar oportunidades e consolidar e a mudar novas formas de trabalhar e se relacionar.

O_novo_normal_experiência_e_novas_tecnologias
O Novo Normal?

Desta forma, trazemos a experiência das velhas formas de se comunicar, aliada às novas tecnologias. O novo jeito de falar com o mundo. O Novo Normal

Não é tarefa fácil lidar com as novas tecnologias. Principalmente aqueles já acostumados com o velho jeito de fazer as coisas. E que vinha dando certo até as mudanças serem necessárias. Quase obrigatórias.

Partimos de uma velha máxima que orienta nosso trabalho:

“De nada adianta empreender esforço, tempo e investimentos para fazer a diferença e oferecer qualidade, se ninguém toma conhecimento.”

Portanto, A WebMilk acredita que a Comunicação é mais que um apoio às atividades principais das empresas e instituições: é fundamental.

Confira alguns de nossos serviços e venha bater um papo conosco.

falecom@webmilk.com.br

“Brasil será país de indigentes se reforma da Previdência passar”

Idosos correm o risco de indigência sem o mínimo de assistência

Uma das principais propostas de reforma da Previdência da equipe econômica do governo de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) é o regime de capitalização que não deu certo em países da América Latina em que foi adotado, como Chile, Colômbia, Peru e México. De acordo com o professor de economia da Unicamp, Eduardo Fagnani, o país terá uma sociedade de miseráveis e indigentes, se este modelo previdenciário, que consta do texto da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) vazada pela imprensa esta semana, for adotado no Brasil.

Leia sobre a proposta de capitalização https://riaambrasil.org.br/previdencia-podera-ter-capitalizacao/

“O aposentado brasileiro que recebe um salário mínimo muitas vezes consegue ajudar o filho desempregado, pagar os estudos dos netos e a alimentação da família. É uma proteção extraordinária que o governo Bolsonaro quer acabar”, disse. Os relatos foram publicados pela CUT.

Segundo economista da Unicamp, regime de capitalização vai colocar idosos brasileiros na mesma situação de miséria de mexicanos e colombianos, onde 7 em cada 10 trabalhadores correm risco de não se aposentar.

Apenas 30% contribuem

O professor se refere ao fato de que no México, a taxa de cobertura do sistema previdenciário é de pouco mais de 30%. Ou seja, de cada dez trabalhadores mexicanos, cerca de três recolhem contribuição mensal para a Previdência e o resultado são idosos sem nenhuma assistência no final de suas vidas.

Eduardo Fagnani lembra ainda que o governo do México ao fazer a reforma da Previdência, em 1997, aceitou as imposições do Banco Mundial e realizou todas as reformas econômicas liberais pedidas, esquecendo que já naquela época, 60% dos seus trabalhadores estavam na informalidade.

Ele explica que o fato do Brasil possuir 50% dos trabalhadores na informalidade faz com que essa imensa massa não tenha capacidade de contribuir com a Previdência por 30/35 anos ininterruptamente como acontece no México. Para o professor, a responsabilidade dessa situação é a reforma Trabalhista promovida pelo golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB-SP).

(* Leia mais no site da Rede Ibero-Americana de Associações de Idosos do Brasil

https://riaambrasil.org.br/brasil-sera-pais-de-indigentes-se-reforma-da-previdencia-passar/

Países desistem da capitalização das aposentadorias

Quatro países querem mudar sistema que Brasil quer adotar
Idosos mal conseguem pagar as contas

Décadas depois de realizarem grandes reformas que, via de regra, substituíram sistemas públicos de Previdência por outros total ou parcialmente privatizados, cada um deles se deparou com pelo menos um grande problema: ou o valor dos benefícios recebidos pelos aposentados era muito baixo ou o alcance do sistema se revelou muito restrito, o que deixaria um percentual significativo da população sem aposentadoria no futuro.

Ao contrário de boa parte dos vizinhos, o Brasil ainda segue um modelo de repartição na Previdência, que é administrada exclusivamente pelo governo e na qual as contribuições de quem está na ativa pagam os benefícios de quem está aposentado.

No regime de capitalização, cada trabalhador faz sua própria poupança em contas individuais que, de forma geral, são geridas por entidades privadas.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, repetiu durante a campanha eleitoral sua intenção de instituir esse modelo no Brasil. No início de janeiro, ele declarou que o regime de capitalização seria para “gerações futuras” de trabalhadores brasileiros, sem dar detalhes. A equipe econômica deve encaminhar uma proposta de reforma da Previdência ao Congresso neste mês.

Leia mais na página da RIAAM-Brasil – nosso cliente. Clique abaixo

https://riaambrasil.org.br/reforma-da-previdencia-quatro-paises-revisam-capitalizacao/