Parceria com o Radar do Futuro

Logo Radar do FuturoO Radar do Futuro, empresa especializada em análise de tendências e construção de cenários, é o mais novo cliente e parceiro da WebMilk – Comunicação Estratégica. Além dos serviços de assessoria de imprensa e gestão das redes sociais, as duas agências vão atuar em conjunto em projetos especiais, como a publicação de suplementos especiais em jornais – “O que esperar de 2016”.

O Radar do Futuro atende a um setor carente de informações de qualidade, voltadas à identificação das oportunidades e ameaças dos ambientes de negócios já em funcionamento ou em implantação As empresas de pequeno porte, os candidatos a empreendedores e os profissionais liberais e autônomos raramente encontram conhecimentos que contribuam para o processo de decisão, com visão de futuro e análise de tendências. As análises, baseadas nos conceitos de Inteligência de Mercado, têm o foco ao apoio ao processo de tomada de decisões.

“Pensar as grandes e pequenas revoluções que vêm pela frente, em algum ponto do futuro, é essencial neste momento de aumento da consciência sobre a velocidade, força e abrangência das transformações tecnológicas, sociais, econômicas, políticas e culturais. O mundo está em processo de ebulição. As vidas de 7,2 bilhões de pessoas sentem o impacto das mudanças. Ou nos antecipamos às transformações ou nos adaptamos. Ou reagimos ou seremos as vítimas da passividade diante das inovações”, define Carlos Plácido, do Radar do Futuro.

 

Serviço – O Radar do Futuro é uma empresa especializada na produção e oferta de estudos de análise de tendências setoriais e de atividades produtivas, com foco em empresas de pequeno e médio porte. Por meio de estudos, análises e realização de workshops a empresa busca auxiliar na tomada de decisões e como estratégia fundamental na busca de oportunidades e na detecção de ameaças.

Visite o site: www.radardofuturo.com.br

 

 

Mercado imobiliário acelera na direção da internet

Imóveis -O dado não chega a ser surpreendente, mas é essencial para entender os rumos do mercado de venda e locação de imóveis. Segundo uma pesquisa realizada pelo portal imobiliário VivaReal, 55% dos integrantes da Geração Y, formada por pessoas com idade entre 18 e 35 anos, priorizam a busca por imóveis pela internet. Número superior ao de outras faixas de consumidores. Da mesma forma, quando o foco é a locação, o uso de recursos tecnológicos segue como prioridade, algo compreensível para quem cresceu sob a influência da rede mundial de computadores. E que tende a ser crescente.

O portal VivaReal, especializado em anúncios de imóveis, realizou a pesquisa com sua base de usuários para compreender como as gerações Y (18 a 35 anos), X (36 a 50 anos) e Baby Boomers (51 a 69 anos) se comportam na hora de buscar um novo imóvel na internet. O levantamento foi feito com pessoas das três gerações que acessaram o portal para comprar ou alugar imóveis durante o último semestre e teve o objetivo de identificar quais são as principais motivações que os levam a encontrar um novo lar, assim como os fatores mais importantes que influenciam o processo de escolha.

A pesquisa constata que o segmento, envolvido hoje com a perspectiva de ganhar autonomia pessoal, tem preferência por imóveis de dois quartos. Eles são são mais impacientes quanto ao tempo para escolher um novo lar – 40% consideram 3 meses um tempo suficiente para escolher um imóvel. E admitem não conhecer os processos de compra e aluguel.

Diferenças

As diferenças entre as gerações X e Baby Boomers são menores. Representando 45% do público do portal, essas gerações se interessam majoritariamente por comprar um imóvel, tendo preferência por aqueles de 2 e 3 dormitórios. Buscam por imóveis maiores em bairros mais valorizados, além de serem mais informados sobre o processo de compra e aluguel. Eles tendem a ser mais pacientes e seletivos, considerando seis meses um tempo adequado para tomar uma decisão em relação ao imóvel ideal.

Apesar das diferenças, alguns pontos são similares. Os Baby Boomers, pais ou avós da Geração Y,  são os mais preocupados com a localização e o bairro. A pesquisa reconhece que essa ainda é uma preocupação de todas as gerações “Localização sempre foi um ponto de atenção quando falamos em busca de imóveis, mas a geração Y costuma ser mais flexível e abre mão de localização por outros motivos, seja ele financeiro ou pelos serviços oferecidos no condomínio”, explica Rodrigo Iannuzzi, vice-presidente de Produto do VivaReal.

Outro ponto também se destacou no estudo e foi unanimidade entre as gerações. Quando perguntados sobre a melhor forma para ter um retorno de imobiliárias e corretores, 87% dos entrevistados consideram o e-mail o melhor meio de comunicação. “A escolha do e-mail como meio de comunicação preferido dos entrevistados mostra que os consumidores estão cada vez mais conectados e que o mercado precisa se adaptar para atender melhor a esse público”, completa Iannuzzi.

(Com informação do portal Viva Real e Radar do Futuro)

Estudo prevê a decadência do Facebook até 2017

não - não curti - ilegalPara cientistas, que recorreram a modelos de estudos de patologias para entender o ciclo de vida das redes sociais, o Facebook vai enfrentar a queda de 80% dos usuários rapidamente.

Fonte: http://www.biobiochile.cl/

Um estudo do Departamento de Engenharia Mecânica e Aeroespacial da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, assegura que o crescimento do Facebook chegará a um final rapidamente. Dee acordo com os especialistas, assim como uma infecção que se propaga velozmente e logo morre, a mídia social fará companhia a outras redes sociais, que fizeram história em algum momento, como Fotolog, Windows Live Messenger e o IRC.

Os cientistas recorreram a modelos de patologias para entender o ciclo de vida das redes sociais. Tendo em conta o comportamento analisado, a previsão foi de que o Facebook tenha, entre 2015 e 2017, um processo de perda de 80% dos usuários. A alegação é de que com o tempo os usuários perderão interesse pela rede social.

“As ideias, assim como as doenças, têm, segundo a experiência, demonstrado que há uma difusão contagiosa entre as pessoas, antes de morrer. E são descritos com êxito, graças ao uso de modelos epidemológicos”, dizem os pesquisadores.

(Por Carlos Plácido Teixeira, do Radar do Futuro)