O que NÃO fazer nas redes sociais

gafe em redes sociaisUma breve lista para ser evitada nas redes sociais.

1 – Entrar nas redes sociais sem planejamento

2 – Participar de várias redes ao mesmo tempo

3- Só falar da empresa e do produto da empresa

4 – Achar que as ferramentas precisam de custos altos

5 – Deixar a ferramenta aos cuidados de amadores

crianca_navegando6 – Não pensar que quem acessa as redes são pessoas

7- Não respeitar a opinião dos usuários

8 – Achar que as críticas são pessoais

9 – Não ser transparente

10 – Criar personagens para falar sobre a empresa

 

Fonte: Infomoney

 

O mundo nas redes sociais

Leaders.Collage.000Dos 193 países que pertencem à Organização das Nações Unidas (ONU), 169 estão representados nas redes sociais por contas oficiais ou, então, pela presença digital de seus governantes — o que resulta num índice de 87,6% de presença.

O levantamento foi feito pela agência internacional de Relações Públicas Burson-Marsteller.

O mais popular é o presidente Barack Obama, com mais de 46 milhões de seguidores.

O levantamento completo (inglês) está no link abaixo

http://www.burson-marsteller.com/what-we-do/our-thinking/world-leaders-on-facebook/world-leaders-on-facebook-full-study/

Eleições serão influenciadas pelas redes sociais?

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Então, o que pode e o que não pode quando se trata de eleições nas redes sociais?

O fato é que se não podemos ignorar o poder das redes sociais quando são exibidos seus números, também é fato que a maioria dos nossos candidatos e políticos também não sabem usar as mídias sociais.

No Brasil são mais de 65 milhões de pessoas conectadas, sendo que 23 milhões são eleitores, ou seja, 18% do eleitorado brasileiro, que tem entre 18 a 24 anos. (*)

Não se trata de um novo veículo ou da velha comunicação de massa com uma nova roupagem tecnológica. As redes são um fenômeno que impacta, entre outras coisas, conceitos como relacionamento, engajamento e compartilhamento.

Neste sentido, a simplória distribuição de “santinhos virtuais” ou um pedido de voto – mesmo acompanhado da exibição de fartos predicados – tende mesmo a ser rechaçada. E não se trata apenas de qualificar quem está nas mídias sociais como dotado de maior espírito crítico. É que a comunicação na web 2.0 é de mão dupla, a interação está a um clique do mouse. É assim que é a regra do jogo e é preciso aprender a jogar de acordo com estas novas regras.

Os números são recentes e mudam num piscar de olhos. Em 2010, era grande a expectativa de a internet influir nos resultados das eleições presidenciais. As previsões não se confirmaram e as fichas estão todas apostadas para este ano. No entanto, trata-se de uma aposta, sem que ninguém detenha fórmulas miraculosas.

Qualquer demanda nas redes sociais, seja de marketing político ou digital, exige trabalho. Apuração, mensuração, pesquisa, análise, tentativa e erro. Nada muito além disso.

O certo é que as redes sociais, sozinhas, não vão eleger ninguém. Também não há uma fórmula pronta, acabada e definitiva. Mas certamente aquele candidato que já vem trabalhando nas redes há mais tempo, leva certa vantagem. Não aquele que tem ‘zilhões’ de seguidores e fãs. Mas aquele que desceu do palanque, tirou o uniforme de candidato, e aprende, a cada dia, a conversar com as pessoas, de igual para igual. Lembram-se do conceito de relacionamento? Pois é…

(*) Números de 2012

Texto publicado, originalmente, no jornal ‘Minas Marca’